Dados Gerais do Componente Curricular
| Tipo do Componente Curricular: |
MÓDULO |
| Unidade Responsável: |
FANAT - PPGCN - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS NATURAIS (11.01.10.32) |
| Código: |
PCN0014 |
| Nome: |
FISIOLOGIA VEGETAL |
| Carga Horária Teórica: |
60 h. |
| Carga Horária Prática: |
0 h. |
| Carga Horária de Ead: |
0 h. |
| Carga Horária Total: |
60 h. |
| Pré-Requisitos: |
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| Co-Requisitos: |
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| Equivalências: |
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| Excluir da Avaliação Institucional: |
Não |
| Matriculável On-Line: |
Sim |
| Horário Flexível da Turma: |
Sim |
| Horário Flexível do Docente: |
Sim |
| Obrigatoriedade de Nota Final: |
Sim |
| Pode Criar Turma Sem Solicitação: |
Não |
| Necessita de Orientador: |
Não |
| Exige Horário: |
Sim |
| Permite CH Compartilhada: |
Não |
| Quantidade de Avaliações: |
2 |
| Ementa/Descrição: |
Ementa: Relações hídricas. Balanço de carbono. Fisiologia do crescimento e do estresse. Metabolismo secundário.
Objetivo: Fornecer subsídios para a compreensão dos processos fisiológicos dos vegetais e suas adaptações às diferentes condições ambientais. Estabelecer relações entre fatores bióticos e abióticos com as respostas fisiológicas, principalmente no que diz respeito à produtividade de modo geral, bem como a síntese de metabolitos secundários, os quais podem ser utilizados para fins terapêuticos e industriais.
Justificativa: Levando em consideração que o reino vegetal é parte integrante da cadeia trófica, e tendo os seus representantes à posição primária na mesma, o aprimoramento dos conhecimentos a cerca da sua fisiologia torna-se fundamental para o programa de ciências naturais. A disciplina permitirá o entendimento das interferências de fatores abióticos (água, solo, luminosidade, nutrientes, metais pesados, dentre outros) e bióticos (microrganismos, insetos, animais, inclusive o homem) no desenvolvimento das plantas e no comportamento das mesmas no seu ambiente natural. O melhor entendimento dessas relações servirá de ferramenta para elaborar projetos integrados que visem soluções para problemas causados pela má conservação ambiental, gerados por atividades humanas, tais como: salinização do solo, devastação da vegetação para diversos fins; monocultura,
dentre outros. A disciplina também poderá dar suporte a propostas que foquem o incremento da produtividade agrícola, evitando o extrativismo indiscriminado. |
| Referências: |
LINCOLN TAIZ ... [et al.] ; [TRADUÇÃO: ALEXANDRA ANTUNES MASTROBERTI ... et al.] Fisiologia e desenvolvimento vegetal [recurso eletrônico] / revisão técnica: Paulo Luiz de Oliveira. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 2017.
KERBAUY, G. B. Fisiologia Vegetal, 2 ed. Editora Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2008, 452 p.
TAIZ, L.& ZEIGER, E. Fisiologia vegetal, ARTMED, 4ª edição, Porto Alegre, 2008, 820p.
SALISBURY, FB; ROSS, CW. Plant Physiology. 3rd Ed., Wadsworth Pub. Comp., California. 1985.
TAIZ, L; ZEIGER E. Plant Physiology. Benjamin Cummings Pub., California. 1998.
Artigos científicos publicados em periódicos nacionais e internacionais indexados, além de literatura especializada. |
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