Universidade do Estado do Rio Grande do Norte Mossoró, 12 de Março de 2026

Resumo do Componente Curricular

Dados Gerais do Componente Curricular
Tipo do Componente Curricular: MÓDULO
Unidade Responsável: FANAT - PPGCN - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS NATURAIS (11.01.10.32)
Código: PCN0014
Nome: FISIOLOGIA VEGETAL
Carga Horária Teórica: 60 h.
Carga Horária Prática: 0 h.
Carga Horária de Ead: 0 h.
Carga Horária Total: 60 h.
Pré-Requisitos:
Co-Requisitos:
Equivalências:
Excluir da Avaliação Institucional: Não
Matriculável On-Line: Sim
Horário Flexível da Turma: Sim
Horário Flexível do Docente: Sim
Obrigatoriedade de Nota Final: Sim
Pode Criar Turma Sem Solicitação: Não
Necessita de Orientador: Não
Exige Horário: Sim
Permite CH Compartilhada: Não
Quantidade de Avaliações: 2
Ementa/Descrição: Ementa: Relações hídricas. Balanço de carbono. Fisiologia do crescimento e do estresse. Metabolismo secundário. Objetivo: Fornecer subsídios para a compreensão dos processos fisiológicos dos vegetais e suas adaptações às diferentes condições ambientais. Estabelecer relações entre fatores bióticos e abióticos com as respostas fisiológicas, principalmente no que diz respeito à produtividade de modo geral, bem como a síntese de metabolitos secundários, os quais podem ser utilizados para fins terapêuticos e industriais. Justificativa: Levando em consideração que o reino vegetal é parte integrante da cadeia trófica, e tendo os seus representantes à posição primária na mesma, o aprimoramento dos conhecimentos a cerca da sua fisiologia torna-se fundamental para o programa de ciências naturais. A disciplina permitirá o entendimento das interferências de fatores abióticos (água, solo, luminosidade, nutrientes, metais pesados, dentre outros) e bióticos (microrganismos, insetos, animais, inclusive o homem) no desenvolvimento das plantas e no comportamento das mesmas no seu ambiente natural. O melhor entendimento dessas relações servirá de ferramenta para elaborar projetos integrados que visem soluções para problemas causados pela má conservação ambiental, gerados por atividades humanas, tais como: salinização do solo, devastação da vegetação para diversos fins; monocultura, dentre outros. A disciplina também poderá dar suporte a propostas que foquem o incremento da produtividade agrícola, evitando o extrativismo indiscriminado.
Referências: LINCOLN TAIZ ... [et al.] ; [TRADUÇÃO: ALEXANDRA ANTUNES MASTROBERTI ... et al.] Fisiologia e desenvolvimento vegetal [recurso eletrônico] / revisão técnica: Paulo Luiz de Oliveira. – 6.ed. – Porto Alegre: Artmed, 2017. KERBAUY, G. B. Fisiologia Vegetal, 2 ed. Editora Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2008, 452 p. TAIZ, L.& ZEIGER, E. Fisiologia vegetal, ARTMED, 4ª edição, Porto Alegre, 2008, 820p. SALISBURY, FB; ROSS, CW. Plant Physiology. 3rd Ed., Wadsworth Pub. Comp., California. 1985. TAIZ, L; ZEIGER E. Plant Physiology. Benjamin Cummings Pub., California. 1998. Artigos científicos publicados em periódicos nacionais e internacionais indexados, além de literatura especializada.
Histórico de Equivalências
Expressão de Equivalência Ativa Início da Vigência Fim da Vigência
( MLE0253 ) ATIVO 16/04/2023
( MLE0253 ) INATIVO 17/02/2023

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