Universidade do Estado do Rio Grande do Norte Mossoró, 12 de Março de 2026

Resumo do Componente Curricular

Dados Gerais do Componente Curricular
Tipo do Componente Curricular: MÓDULO
Unidade Responsável: CAPF - PPGL - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS (11.01.10.15)
Código: LET2123
Nome: TEXTO, DISCURSO E ENSINO
Carga Horária Teórica: 45 h.
Carga Horária Prática: 0 h.
Carga Horária de Ead: 0 h.
Carga Horária Total: 45 h.
Pré-Requisitos:
Co-Requisitos:
Equivalências:
Excluir da Avaliação Institucional: Não
Matriculável On-Line: Sim
Horário Flexível da Turma: Sim
Horário Flexível do Docente: Sim
Obrigatoriedade de Nota Final: Sim
Pode Criar Turma Sem Solicitação: Não
Necessita de Orientador: Não
Exige Horário: Sim
Permite CH Compartilhada: Não
Quantidade de Avaliações: 2
Ementa/Descrição: Estudo das principais abordagens do texto e do discurso em teorias enunciativas contemporâneas e de suas presenças no ensino de língua materna e estrangeira, com ênfase nas diferentes perspectivas de ensino do texto e do discurso e no uso de novas tecnologias no ensino de línguas.
Referências: ANTUNES, I. Aula de português: encontro & interação. 2 ed. São Paulo: Parábola Editorial, 2004. ANTUNES, I. Língua, texto e ensino: outra escola possível. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. ANTUNES, I. Análise de textos: fundamentos e práticas. São Paulo: Parábola Editorial, 2010. BRASIL. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: ensino médio. Brasília: MEC/SEF, 1999. BRASIL. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: terceiros e quartos ciclos do ensino fundamental: língua portuguesa. Brasília: MEC/SEF, 1997. BRITO, E. V. (org.) ; MATTOS, J. M.; PISCIOTA, H. PCNs de língua portuguesa: a prática em sala de aula. São Paulo: Arte & Ciência, 2001. BRONCKART, J-P. Atividade de linguagem, textos e discursos: por um interacionismo sócio-discursivo. Trad. Anna Rachel Machado, PériclesCunha. São Paulo: EDUC, 1999. COSTA, S. R. Interação e letramento: uma (re) leitura à luz vygotskiana e bakhtiniana. Juiz de Fora: Ed. UFJF, 2000. DOLZ, J.; NOVERRAZ, M.; SCHNEUWLY, B. Sequências didáticas para o oral e a escrita: apresentação de um procedimento. In: SCHNEUWLY, B; DOLZ, J. et al. Gêneros orais e escritos na escola. Trad. e org. Roxane Rojo e Glaís Sales Cordeiro. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2004. EVANGELISTA, A. A. M. A leitura literária e os professores: condições de formação e de atuação. In: MARINHO, M.; SILVA, C. (Org.) Leituras do professor. São Paulo: Mercado de Letras: Associação de Leitura do Brasil, 1998. EVARISTO, M. C. O cordel em sala de aula. In: CHIAPPINI, Lígia (Coord.) Gêneros do discurso na escola. São Paulo: Cortez, 2000. FREITAS, M. T.; COSTA, S R. (orgs.) Leitura e escrita na formação de professores. Juiz de Fora: UFJF, 2002. GERALDI, J. W. (org.) O texto na sala de aula. São Paulo: Ática, 1997. GUIMARÃES, E. Texto, discurso e ensino. São Paulo: Contexto, 2009. KOCH, I. V. Linguística textual e pcns de língua portuguesa. Disponível em: www.unb.br/abralin/index.php. Acessado aos 03 de janeiro de 2004. MARCUSCHI, L. A. Leitura oral e escrita. In: ZILBERMAN, R. (Org.). Leitura: perspectivas interdisciplinares. São Paulo: Ática, 1988. MEURER, J. L. O conhecimento de gêneros textuais e a formação do profissional da linguagem. In: FORTKAMP, M. B. M.; TOMITCH, L. M. B. (orgs.) Aspectos da linguística aplicada. Florianópolis: Insular, 2000. MEURER, J. L.; BONINI, A.; MOTTA-ROTH, D.(org.) Gêneros: teorias, métodos, debates. São Paulo: Parábola Editorial, 2005. MORAN, J. M.; BEHRENS; MASETTO, M. T. Novas tecnologias e mediação pedagógica. 7 ed. Campinas, SP:Papirus, 2003. ROJO, R. H. R. A prática de linguagem em sala de aula: praticando os PCNs. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2000. SCHNEUWLY, B.; DOLZ, J. et al. Gêneros orais e escritos na escola. Trad. e org. Roxane Rojo e Glaís Sales Cordeiro. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2004 SERAFINI, M.T. Como escrever textos. São Paulo: Globo, 2001. XAVIER, A. C. Como se faz um texto: a construção da dissertação argumentativa. Recife RESPEL, 2013.

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